Ismê Assessoria Imobiliária

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COLIVING - MORADIA COMPARTILHADA - O NOVO MODO DE VIVER





A motivação inicial é a divisão de gastos, mas o movimento mexe com outros aspectos muito além do bolso.

Morar com estranhos pode lhe parecer inusitado. Não é qualquer um que consegue conviver com as manias e os hábitos de outras pessoas. Porém, essa prática está se tornando cada vez mais comum. Especialmente nas grandes cidades, o movimento de coliving ganha força no Brasil, e cada vez mais pessoas utilizam moradias compartilhadas. Mas por que isso acontece? 

Entenda agora o que é coliving, como funciona e o que leva as pessoas a quererem morar juntas. 


O que é coliving



Coliving é um novo jeito de morar, em que diferentes pessoas compartilham a moradia em uma mesma casa ou apartamento. A motivação inicial é a divisão de gastos, mas o movimento mexe com outros aspectos muito além do bolso.

Viver em comunidade nunca foi estranho ao ser humano, porém o crescimento das cidades provocou uma individualização dos espaços. Em resposta a esse movimento, o coliving propõe a volta da convivência e da socialização, de maneira consciente e colaborativa.

Apesar de ser uma tendência atual, a prática é antiga. Na Dinamarca da década de 70, na onda do movimento hippie, as ideias de colaboração e integração surgiram com o cohousing, em que comunidades mantinham suas moradias privadas e compartilhavam espaços de convivência.

As bases do coliving estavam lançadas. Porém, de lá para cá, o movimento evoluiu e já propõe respostas para questionamentos contemporâneos. Seria o coliving uma solução para a escassez de moradias urbanas? Seria um modelo de habitação sustentável? Seria uma maneira de reconectar as pessoas? Ele pode ser tudo isso.

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CREDITO IMOBILIÁRIO DA UM PULO PARA 31% EM ABRIL DE 2018




A concessão de financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em abril cresceu 31,2 por cento ante igual mês de 2017, para 4,1 bilhões de reais, informou nesta quinta-feira a Abecip, instituição que representa as financiadoras de imóveis.

No acumulado de janeiro a abril, o volume de crédito para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança subiu 15,9 por cento ano a ano, para 15,3 bilhões de reais. Nos 12 meses encerrados em abril, contudo, o recuo é de 0,3 por cento.

Segundo a Abecip, o financiamento imobiliário via SBPE permitiu a aquisição e construção de 60,72 mil unidades nos quatro primeiros meses do ano, alta de 15,4 por cento ante o mesmo intervalo de 2017.

Apenas em abril, 16,5 mil imóveis foram financiados, um número 7,4 por cento maior ante março e 40,7 por cento acima do apurado um ano atrás.

NOVA REGULAMENTAÇÃO PARA DISTRATOS DE IMÓVEIS


Está em tramitação no Senado Federal, um projeto de lei que trata da rescisão de compromissos de venda e compra no mercado imobiliário. De acordo com a proposta, se o comprador do imóvel na planta cancelar o contrato, seja por falta de condições de pagar ou desinteresse em manter o negócio, poderá arcar com multa de até 25% sobre os valores já pagos ao incorporador. Dos valores pagos, o vendedor poderá reter 5% como indenização pelas despesas com comissão e corretagem. O restante da verba paga, cerca de 75%, deve ser devolvido ao consumidor.

O projeto prevê também, que, além da multa contratual, as empresas responsáveis pelos imóveis possam pleitear indenização suplementar caso isso esteja expresso no contrato. Além disso, a norma sugere, igualmente, que o adquirente deverá indenizar o período pelo qual efetivamente ocupou o imóvel, arcando com o valor de aluguel estipulado no contrato ou arbitrado judicialmente acrescidos dos tributos e despesas vinculados ao imóvel.

O deputado Rodrigo Garcia, líder do DEM na Câmara, considera que a proposta pode gerar uma segurança jurídicas às construtoras. “Projetos, como o distrato, que vai organizar o sistema imobiliário de incorporação no Brasil, isso pode gerar segurança jurídica às construtoras para que elas gerem mais empregos”, acredita.


CAIXA BAIXA OS JUROS DO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO EM ABRIL




A Caixa Econômica Federal vai reduzir ainda neste mês os juros do financiamento imobiliário que utiliza recursos da caderneta de poupança.

O corte, no entanto, não levará o banco a oferecer, novamente, as taxas mais baixas do mercado. “Não podemos botar banca se não tivermos condição”, disse Nelson Antônio de Souza, novo presidente da instituição financeira, em sua primeira entrevista desde que assumiu o comando do banco há uma semana no lugar de Gilberto Occhi, que foi deslocado para o Ministério da Saúde.

O movimento da Caixa de cortar os juros para o financiamento imobiliário vem com atraso em relação aos concorrentes privados que começaram a reduzir as taxas à medida em que o Banco Central cortou a Selic, taxa básica de juros da economia. Entre os maiores bancos do País, a Caixa é o único que ainda cobra juros de dois dígitos no crédito imobiliário.

A redução já estava em estudo na gestão de Occhi, mas foi impulsionada com a recente decisão do BC de diminuir os depósitos compulsórios – dinheiro que os bancos são obrigados a deixar parado no Banco Central, sem poder usar para novos empréstimos, por exemplo. Leia a seguir trechos da entrevista concedida ao Estadão / Broadcast durante o Summit Imobiliário Brasil 2018, evento promovido pelo Grupo Estado.